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Motos esperadas para o 2º semestre de 2018 no Brasil (Foto: Rafael Miotto/Marcelo Brandt/Fabio Tito/G1/Divulgação)

Motos 2018: veja 10 lançamentos esperados até o fim do ano

Kawasaki Ninja 400 e Dafra Apache 200 RTR são alguns dos modelos mais aguardados. Na alta cilindrada, BMW aposta nas F 750 GS e F 850 GS.

 

Depois do Salão Duas Rodas 2017, muitos lançamentos de motos estavam programados para 2018. Parte deles já chegou às lojas no 1º semestre, mas novidades aguardadas, como Kawasaki Ninja 400 e Dafra Apache 200 RTR, ainda estão por vir e chegam até o final do ano.

Carros 2018: veja 60 lançamentos esperados até o fim do ano

Os segmentos que vão receber novas motocicletas são variados. Temos opções desde aventureiras, como a Royal Enfield Himalayan e as BMW F 750 GS e F 850 GS, até uma estradeira de alto luxo, no caso, a Honda Gold Wing.

Veja lista de motos aguardadas:

BMW

 

F 750 GS

 

A BMW já confirmou que vai atualizar a linha GS de média/alta cilindrada no Brasil. Seguindo a sua atualização natural, a F 700 GS deve ser substituída pela F 750 GS, que foi apresentada no último Salão de Milão. Além de novo visual, a moto teve evolução no motor.


BMW F 750 GS e F 850 GS (Foto: BMW/Divulgação) BMW F 750 GS e F 850 GS (Foto: BMW/Divulgação)

BMW F 750 GS e F 850 GS (Foto: BMW/Divulgação)

 

F 850 GS

 

Assim como a sua irmão F 750 GS, a F 850 GS será a substituta natural da F 800 GS, mas ainda não há uma data definida pela montadora. Assim como a F 750 GS, a F 850 chega no último trimestre do ano e será montada em Manaus.

 

Dafra

 

Apache 200 RTR

 

Um dos principais destaques do Salão Duas Rodas 2017, a Apache 200 RTR será lançada no Brasil ainda no segundo semestre de 2018. Feita na Índia, a moto substituirá a atual Apache 150.

A Dafra planeja novidades importantes para sua linha de motos urbanas em 2018. A principal delas será a Apache 200 RTR, modelo que substituirá a atual Apache 150.


Dafra Apache 200 RTR no Salão Duas Rodas 2017  (Foto: Marcelo Brandt/G1) Dafra Apache 200 RTR no Salão Duas Rodas 2017  (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Dafra Apache 200 RTR no Salão Duas Rodas 2017 (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Ducati

 

Supersport

 

Para tornar sua linha de esportivas mais acessível, a Ducati criou a Supersport. O nome foi resgatado do passado e o motor de 2 cilindros vem da linha Hypermotard: são 937 cc e 113 cavalos de potência. As primeiras unidades chegam às concessionárias em agosto.


Ducati Supersport S (Foto: Ducati/Divulgação) Ducati Supersport S (Foto: Ducati/Divulgação)

Ducati Supersport S (Foto: Ducati/Divulgação)

 

Honda

 

CB 1000 R

 

Ainda não há confirmação da Honda, mas a CB 1000 R pode ser uma opção para o mercado brasileiro. Desde que a antiga CB 1000 R deixou de ser vendida por aqui, a montadora esta sem atuar no segmento de alta cilindrada. Recentemente, o modelo teve a patente registrada no país.


Honda CB 1000 R (Foto: Divulgação/Eicma) Honda CB 1000 R (Foto: Divulgação/Eicma)

Honda CB 1000 R (Foto: Divulgação/Eicma)

 

Gold Wing

 

Passando por sua maior mudança desde 2001, a nova geração da HondaGold Wing está bem mais moderna e começa a ser vendida no Brasil neste 2º semestre. O modelo conta com modos de pilotagem, acelerador eletrônico, controle de tração, assistente de subidas, sistema start e stop e airbag.


Honda Gold Wing no Salão Duas Rodas 2017 (Foto: Marcelo Brandt/G1) Honda Gold Wing no Salão Duas Rodas 2017 (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Honda Gold Wing no Salão Duas Rodas 2017 (Foto: Marcelo Brandt/G1)

 

Kawasaki

 

Ninja 400

 

A Kawasaki Ninja 400 chega ao Brasil em 2018 para substituir a Ninja 300. O modelo ficou mais potente, com 45 cavalos, e ganhou novo visual.


Kawasaki Ninja 400 no Salão Duas Rodas (Foto: Marcelo Brandt/G1) Kawasaki Ninja 400 no Salão Duas Rodas (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Kawasaki Ninja 400 no Salão Duas Rodas (Foto: Marcelo Brandt/G1)

 

Z900 RS

 

Utilizando como a naked Z900, a Kawasaki criou um modelo com visual retrô, mas com cara clássica. O motor também mudou para favorecer o torque em baixos giros. Custando R$ 48.990, a moto chegou às lojas em julho.


Kawasaki Z900 RS (Foto: Rafael Miotto/G1) Kawasaki Z900 RS (Foto: Rafael Miotto/G1)

Kawasaki Z900 RS (Foto: Rafael Miotto/G1)

Royal Enfield

 

Himalayan

 

Depois de começar sua operação no Brasil em 2017, a Royal Enfield deve expandir sua linha no país. Depois das clássicas Bullet e Classic, o próximo passo será ampliar sua atuação para o segmento trail com a Himalayan. A expectativa é que a moto chegue no 2º semestre.



Royal Enfield Himalayan  (Foto: Rafael Miotto / G1) Royal Enfield Himalayan  (Foto: Rafael Miotto / G1)

Royal Enfield Himalayan (Foto: Rafael Miotto / G1)

 

Interceptor 650

 

Ainda não há nada confirmado oficialmente, mas a Royal Enfield pode trazer suas novas motos com motores de 2 cilindros ao Brasil. Uma delas é a Continental GT 650, modelo inspirado nas café-racers e versão mais “bombada” da Continental GT 500.

 

Interceptor 650

 

Além da GT 650, a Royal também pode apostar da Interceptor 650, que traz o mesmo motor de sua “irmã”, porém, com linhas ainda mais clássicas.


Royal Enfield Interceptor e Continental  (Foto: Royal Enfield/Divulgação) Royal Enfield Interceptor e Continental  (Foto: Royal Enfield/Divulgação)

Royal Enfield Interceptor e Continental (Foto: Royal Enfield/Divulgação)

Foto: Fernanda Freixosa/Stock Car

Com tática perfeita, Barrichello voa no fim e é campeão da Corrida do Milhão. Campeão em 2014, piloto toma posição de Max Wilson na última volta para ficar com o título

Em uma prova imprevisível, o caminho parecia mais claro para Daniel Serra. O líder do campeonato e pole da Corrida do Milhão, porém, pouco pôde aproveitar seu lugar na dianteira. Em uma disputa marcada por acidentes e entradas do safety car, valeu a inteligência de uma tática ousada. Pouco antes da última volta, Rubens Barrichello tomou o lugar de Max Wilson ao sair dos boxes e conquistou a vitória no circuito oval do anel externo de Goiânia.


Rubinho Barrichello vence e se torna bicampeão da Corrida do Milhão e

Rubinho Barrichello vence e se torna bicampeão da Corrida do Milhão e

Campeão em 2014, Rubinho conquista a sua segunda vitória na Corrida do Milhão. Max Wilson ficou com o segundo lugar, seguido pelo português Antônio Félix da Costa, que também chegou a flertar com a vitória. Felipe Massa, uma das atrações da prova, voltou a sofrer, teve um pneu furado ao escapar da pista já na reta final da prova e terminou em 22º lugar.

- O Mau-Mau (Maurício Ferreira, chefe da equipe) dizia para não termos medo de sermos diferentes. Ficar na pista era um risco, pois podia entrar um safety car, que já tinha entrado outras vezes. Para nós, graças a Deus, não recebi nenhum toque, mas foi uma prova de muitos acontecimentos, alguns acidentes que a gente precisa revisar. De qualquer forma, ficar na pista andando rápido e, cara, usar o Fan Push, aquele que o público votou, aquele que o público me ajudou. É realmente pagar de volta todos aqueles momentos que a gente teve junto nos 19 anos de Fórmula 1. Agradecer a Deus por estar aqui – vou sempre me emocionar, porque não posso me esquecer do problema de saúde que tive no começo do ano. Com 46 anos, competitivo desse jeito, só posso agradecer aos céus de verdade - disse Barrichello.
 

Stock Car Corrida do Milhão (Foto: Fernanda Freixosa / Stock Car) Stock Car Corrida do Milhão (Foto: Fernanda Freixosa / Stock Car)

Stock Car Corrida do Milhão (Foto: Fernanda Freixosa / Stock Car)

Ainda na volta de apresentação, Antônio Pizzonia e Átila Abreu tiveram problemas, e o safety car foi para a pista. Na largada, Daniel Serra acelerou e manteve a ponta. Segundo colocado, Rubens Barrichello viu o português Antônio Félix da Costa tomar seu lugar. Felipe Massa, que havia largado em 28º lugar, ganhou seis posições e pulou para 22º.

Na primeira volta, Galid Osman escapou da pista e se chocou com a parede de proteção. Os pneus foram para a pista, e o safety car voltou à prova. O carro de segurança voltaria pouco depois, após Júlio Campos também se chocar com a parede de proteção. Na prova, Daniel Serra se manteve na dianteira, seguido por Félix da Costa. Logo atrás, Max Wilson empurrou Rubinho para o quarto lugar.


Rubens Barrichello levou a Corrida do Milhão no fim (Foto: Fernanda Freixosa/Stock Car) Rubens Barrichello levou a Corrida do Milhão no fim (Foto: Fernanda Freixosa/Stock Car)

Rubens Barrichello levou a Corrida do Milhão no fim (Foto: Fernanda Freixosa/Stock Car)

Ao sair para os boxes, porém, Daniel Serra viu seu carro morrer e perdeu posições. Depois de todos os outros pilotos pararem, Lucas Foresti, que só havia abastecido, assumiu a liderança, seguido por Félix da Costa. Foi o momento, então, do maior susto do domingo. Thiago Camilo rodou em meio a cinco carros. Todos conseguiram escapar, menos Cacá Bueno. O piloto tentou desviar, mas se chocou com a lateral do carro de Thiago Camilo. Cacá chegou a perder uma de suas portas e foi parar no muro de proteção, mas saiu sem ferimentos.

Com o safety car mais uma vez na pista, 24 dos 33 carros que começaram a corrida seguiam na briga pelo título. Na relargada, Foresti logo foi ultrapassado por Félix da Costa e por Max Wilson, a sete minutos do fim da prova. Felipe Massa, com problemas em todo o fim de semana, saiu da pista, rodou e voltou com o pneu furado.


Felipe Massa sai da pista e volta, mas com pneu furado

Felipe Massa sai da pista e volta, mas com pneu furado

Na reta final, Max Wilson saiu para fazer abastecimento na abertura da segunda janela de abertura dos boxes. Na volta seguinte, Félix da Costa fez o mesmo, mas não conseguiu tomar o lugar brasileiro. Rubinho, porém, usou a mesma tática de Max e voltou dos boxes na frente para a última volta da prova. Dali até o fim, acelerou para conquistar sua segunda vitória na Corrida do Milhão.

Rubinho evita ultrapassagem de Max Wilson na saída do box

Rubinho evita ultrapassagem de Max Wilson na saída do box

Resultado da prova:

1. 111 Rubens Barrichello (Full Time Sports) – 39 voltas em 41m24s444
2. 65 Max Wilson (Eurofarma RC) – a 0s684
3. 444 Antonio Félix da Costa (Hero Motorsport II) – a 1s250
4. 88 Felipe Fraga (Cimed Chevrolet Racing) – a 4s791
5. 80 Marcos Gomes (Cimed Chevrolet Racing Team) – a 7s333
6. 10 Ricardo Zonta (Shell V-Power) – a 9s654
7. 18 Allam Khodair (Blau Motorsport) – a 10s703
8. 29 Daniel Serra (Eurofarma RC) – a 15s700
9. 9 Guga Lima (Vogel Motorsport) – 17s707
10. 3 Bia Figueiredo (Ipiranga Racing) – a 17s911
11. 46 Vitor Genz (Eisenbahn Racing Team) – a 17s71
12. 86 Agustín Canapino (Cimed Chevrolet Team) – a 18s321
13. 12 Lucas Foresti (Cimed Chevrolet Racing Team) – a 18s635
14. 8 Rafael Suzuki (Bardahl Hot Car) – a 19s279
15. 70 Diego Nunes (Full Time Bassani) – a 34s995
16. 117 Guilherme Salas (Bardahl Hot Car) – a 38s925
17. 555 Renato Baga (Bardahl Cifarma RZ) – a 42s133
18. 44 Bruno Baptista (Hero Motorsport) – a 42s169
19. 51 Átila Abreu (Shell V-Power) – a 1 volta
20. 5 Denis Navarro (Cavaleiro Sports) – a 8 voltas
21. 11 Lucas Di Grassi (Hero Motorsport) – a 9 voltas
22. 19 Felipe Massa (Cimed Chevrolet Team) – a 9 voltas

NÃO COMPLETARAM

23. 21 Thiago Camilo (Ipiranga Racing) – a 18 voltas
24. 0 Cacá Bueno (Cimed Chevrolet Racing) – a 18 voltas
25. 77 Valdeno Brito (Eisenbahn Racing Team) – a 21 voltas
26. 90 Ricardo Maurício (Full Time Sports) – a 22 voltas
27. 4 Julio Campos (Prati-Donaduzzi Racing) – a 32 voltas
28. 110 Felipe Lapenna (Cavaleiro Contuflex) – a 34 voltas
29. 28 Galid Osman (Cavaleiro Sports) – a 37 voltas
30. 1 Antonio Pizzonia (Prati-Donaduzzi Racing) – a 39 voltas
31. 30 Cesar Ramos (Blau Motorsport) – excluído
32. 83 Gabriel Casagrande (Vogel Motorsport) – desclassificado
33. 33 Nelson Piquet Jr. (Full Time Bassani) – desclassificado

MELHOR VOLTA: Antonio Félix da Costa, 47s622 (média de 203,7 km/h)

Classificação do campeonato:

1º Daniel Serra - 163 pontos
2º Marcos Gomes - 127
3º Max Wilson - 120
4º Rubens Barrichello - 115
5º Felipe Fraga - 113
6º Júlio Campos - 89
7º Cacá Bueno - 80
8º Ricardo Zonta - 68
9º Lucas di Grassi - 68
10º Átila Abreu - 65

Foto: GloboEsporte.com

VAR estreia no Brasil nesta quarta; veja como o árbitro de vídeo pode ser usado Jogos da Copa do Brasil serão os primeiros a contar com o auxílio da tecnologia, que também estará presente nas partidas da Libertadores e da Sul-Americana

Começa nesta quarta-feira a "era VAR" no Brasil. O recurso do auxílio do árbitro de vídeo, que fez sucesso na Copa do Mundo, estará disponível nas quatro partidas das quartas de final da Copa do Brasil. O primeiro a contar com essa tecnologia será o jogo entre Santos e Cruzeiro, que começa mais cedo: às 19h30, na Vila Belmiro. Corinthians x Chapecoense (em SP) e Grêmio x Flamengo (no RS), ambos às 21h45, completam a rodada desta quarta. Bahia e Palmeiras se enfrentam quinta, às 19h15, em Salvador.

Vale lembrar que o VAR também estará disponível na Libertadores e na Sul-Americana, a partir das quartas de final. As oitavas, ainda sem esse recurso, começam na semana que vem (clique aqui para ver a tabela da Libertadores e aqui para a da Sul-Americana). As finais da Recopa, no ano que vem, também terão a tecnologia.

A participação do VAR se resume em quatro situações:

 

  • Gols
  • Pênaltis
  • Cartão vermelho direto
  • Erro de identificação de jogadores na aplicação de cartões

 


O VAR foi testado em jogos como Corinthians x Cruzeiro pelo Campeonato Brasileiro, na semana passada, mas sem que o recurso fosse aplicado na prática. A ideia era testar a tecnologia de vídeo dentro de um estádio. Clique aqui para ver como foi e veja abaixo a reportagem do Esporte Espetacular sobre o assunto:



EE acompanha os testes com o árbitro de vídeo que será usado na Copa do Brail

EE acompanha os testes com o árbitro de vídeo que será usado na Copa do Brail

 

VEJA TAMBÉM: O balanço do VAR na Copa do Mundo

A utilização do recurso nas 14 partidas restantes da Copa do Brasil terá um custo de R$ 700 mil – R$ 50 mil por jogo. Serão de 14 a 16 câmeras por jogo. Haverá salas para o VAR nos estádios e cabines de revisão no gramado. As salas terão quatro pessoas: árbitro de vídeo, assistente, operador e supervisor. E um assessor da CBF estará sempre nos jogos onde houver VAR.

GloboEsporte.com traz aqui um tutorial para entender melhor o VAR, listando abaixo como e quando o recurso pode ser acionado e trazendo vídeos de exemplos da última Copa ou de lances do futebol brasileiro que poderiam ser modificados.

 

GOLS

 

 

1. Situações de impedimento

 

1.1 - Gol em impedido claro

A equipe de arbitragem de campo não percebe um impedimento claro em um lance de gol. Antes do reinício do jogo, os árbitros de vídeo comunicam ao árbitro central o equívoco, e ele anula o gol. Não há necessidade de conferência do lance na tela à beira do campo.

Exemplo: gol de Dudu Cearense, pelo Botafogo, em clássico contra o Fluminense no Campeonato Carioca do ano passado. Em cobrança de falta, havia cinco jogadores em impedimento. O gol foi mantido.




Dudu Cearense faz gol impedido para o Botafogo

Dudu Cearense faz gol impedido para o Botafogo

1.2 - Gol em lance duvidoso de impedimento

Um jogador faz o gol em posição duvidosa de impedimento. O assistente não deverá levantar a bandeira até que a bola entre no gol, para não anular um possível gol legal. Posteriormente, levantará a bandeira caso ache que o atleta estava impedido na origem da jogada. O VAR deverá informar se o gol foi legal ou não. Não há necessidade de verificação à beira do campo.

Exemplo: na última Copa do Mundo, há um lance duvidoso que resulta em gol para a Inglaterra contra o Panamá após desvio de Harry Kane. O árbitro aguarda a comunicação dos auxiliares de vídeo no ponto eletrônico para confirmar o gol. Ele não vê necessidade de conferir a jogada na tela.



Harry Kane faz gol para a Inglaterra, e VAR confirma posição legal

Harry Kane faz gol para a Inglaterra, e VAR confirma posição legal

1.3 - Dúvida na participação em um gol

Um jogador, em posição de impedimento, atrapalha o goleiro ou bloqueia um adversário. Como o lance envolve interpretação, o árbitro deve ser avisado e revisar as imagens à beira do campo para tomar a decisão final.

Exemplo: no Brasileirão de 2012, Marcos Assunção faz um gol de falta para o Palmeiras contra o Figueirense, mas o lance é anulado porque Valdivia, em posição irregular, fica pulando na frente do goleiro adversário.



Marcos Assunção cobra falta no ângulo, mas ação de Valdivia gera impedimento

Marcos Assunção cobra falta no ângulo, mas ação de Valdivia gera impedimento

 

2. Situações de falta

 

Um jogador se aproveita de uma falta para fazer o gol: utiliza a mão, empurra um adversário ou tem movimento faltoso para recuperar a posse de bola. Cabe ao VAR alertar o árbitro, que deve ir à beira do campo, verificar as imagens e decidir se mantém ou não o gol.

Exemplo: um lance assim gerou polêmica na Copa da Rússia. No jogo entre Brasil e Suíça, os atletas brasileiros argumentaram que o zagueiro Miranda foi empurrado no gol suíço. A arbitragem, porém, não foi conferir o lance na beira do campo e confirmou o gol. A CBF reclamou formalmente à Fifa.



Miranda é empurrado no gol da Suíça, mas árbitro não confere o lance em vídeo

Miranda é empurrado no gol da Suíça, mas árbitro não confere o lance em vídeo

 

3. Situações de saída da bola

 

A arbitragem não percebe a saída da bola pela linha lateral ou de fundo durante um ataque que resulta em gol – ou tem dúvida se ela saiu completamente. A orientação para os assistentes é a mesma do impedimento duvidoso: deixar o jogo seguir e informar a incerteza ao VAR. Ao checar, o VAR constata a irregularidade e comunica ao árbitro, que não precisa confirmar no monitor. Aqui também se encaixa outra situação, a de a arbitragem não perceber a saída completa da bola em um ataque anterior ao gol.

Exemplo: em clássico entre Palmeiras e Santos pelo Paulistão, Renato faz o gol do Peixe depois de a bola, aparentemente, sair pela linha de fundo depois de cobrança de escanteio. Com o VAR, o lance deveria ser revisto.



Gol de Renato para o Santos gera dúvida sobre a bola ter saído

Gol de Renato para o Santos gera dúvida sobre a bola ter saído

 

4. Situações de bola passando a linha do gol

 

Na Copa do Mundo, desde 2014, há o recurso do senhor na linha do gol, em que o árbitro recebe um aviso instantâneo sobre a bola (com chip) ter entrado ou não. Por aqui, caberá ao VAR avisar ao juiz de campo, nos mesmos moldes da saída pela linha lateral ou de fundo.

Exemplo: pelo Campeonato Carioca de 2014, o meia Douglas, então no Vasco, acertou cobrança de falta no travessão, e a bola quicou 33 centímetros além da linha. Mesmo com um auxiliar de linha focado na bola, a arbitragem não assinalou o gol. Hoje, o VAR poderia avisar que a bola entrou.



Cobrança de falta de Douglas entra, mas arbitragem não dá o gol

Cobrança de falta de Douglas entra, mas arbitragem não dá o gol

 

PÊNALTIS

 

 

1. Pênalti claramente mal marcado

 

O VAR entrará em ação em caso de pênalti resultante de clara simulação. Quando comprovada, o pênalti será anulado, o jogo reiniciará com tiro livre indireto e será aplicado cartão amarelo ao jogador infrator. Outro exemplo seria um defensor atingir um companheiro, e o árbitro achar que o atingido foi um adversário, ou uma bola que claramente bateu no peito de um defensor, e o árbitro equivocadamente viu mão, ou ainda um desarme legal interpretado como falta. Em todas essas situações, o árbitro verificará as imagens à beira do campo antes de tomar a decisão final.

Exemplo: a Copa do Mundo trouxe outro exemplo em jogo do Brasil. Contra a Costa Rica, Neymar desaba no gramado após ser tocado. O árbitro dá pênalti, mas depois verifica o lance no monitor e muda de opinião.



Árbitro dá pênalti em Neymar, mas volta atrás após consulta ao VAR, aos 34 do 2º

Árbitro dá pênalti em Neymar, mas volta atrás após consulta ao VAR, aos 34 do 2º

 

2. Pênalti claramente ignorado

 

Aqui a situação é inversa: um pênalti evidente ignorado pelo árbitro. Estão inclusos um agarrão claro (fora ou na disputa da bola), toque de mão claro, agressões de defensores, ou, se o árbitro marcar uma simulação de um atacante, e as imagens comprovarem claramente que, na verdade, a falta existiu. Nesses casos, o árbitro verificará as imagens antes de tomar a decisão.

Exemplo: o Brasileirão de 2005 teve um dos lances mais simbólicos de erro de arbitragem. Tinga, do Inter, foi derrubado na área por Fábio Costa, goleiro do Corinthians. O pênalti não foi marcado, e o jogador colorado ainda foi expulso, sob alegação de simulação. Com o VAR, lances assim deverão ser revistos.



Em 2005, Tinga sofre pênalti de Fábio Costa em Corinthians x Inter

Em 2005, Tinga sofre pênalti de Fábio Costa em Corinthians x Inter

 

3. Falta dentro ou fora da área

 

O árbitro dá como pênalti uma infração que foi fora da área – ou o contrário. Pelo ponto, é avisado pela equipe de vídeo do equívoco. Sem necessidade de conferência na tela, ele muda a decisão.

Exemplo: na última Copa, foi o que aconteceu em Rússia 3 x 1 Egito. Salah foi derrubado dentro da área. O árbitro marcou fora; em seguida, foi avisado do erro e corrigiu a marcação, confirmando o pênalti.



VAR assinala pênalti, e Salah marca para o Egito

VAR assinala pênalti, e Salah marca para o Egito

 

4. Falta anterior ao pênalti

 

A arbitragem marca pênalti, mas antes houve uma falta cometida pela equipe beneficiada pela marcação da penalidade. Neste caso, o VAR deve comunicar o árbitro, que precisa verificar a jogada no monitor e optar pela infração ocorrida antes.

Exemplo: no jogo entre Cruzeiro e Atlético-PR, pelo Brasileirão deste ano, a arbitragem dá pênalti para o Furacão, mas o técnico do time mineiro, Mano Menezes, reclama muito de falta de Jonathan, do Atlético-PR, em Arrascaeta, do Cruzeiro, na origem da jogada. Neste caso, o pênalti seria anulado pelo VAR.



Cruzeiro reclama de falta antes de pênalti marcado para o Atlético-PR

Cruzeiro reclama de falta antes de pênalti marcado para o Atlético-PR

 

5. Bola fora de campo antes do pênalti

 

Arbitragem marca pênalti em jogada na qual a bola, antes da infração, saiu pela linha lateral ou de fundo. Cabe ao VAR alertar o árbitro de campo sobre a situação. Neste caso, ele precisa cancelar o pênalti, assinalando lateral, escanteio ou tiro de meta. Não há necessidade de verificar no monitor à beira do campo.

 

CARTÃO VERMELHO DIRETO

 

 

1. Falta passível de expulsão ignorada pelo árbitro

 

São lances fora do campo de visão do árbitro, como agressões fora ou na disputa de bola, com o jogo em andamento ou não. Nesse caso, há necessidade de revisão na beira do campo pelo árbitro central, que só tomará sua decisão após ver o lance no monitor. Não há limite de tempo para aplicação da pena neste caso. Ou seja, a decisão poderá ser tomada mesmo depois de a bola entrar em jogo novamente.

Exemplo: no jogo entre Portugal e Irã, na última Copa do Mundo, jogadores iranianos acusaram Cristiano Ronaldo de agressão fora do lance. O árbitro foi à lateral do gramado assistir ao lance no monitor e optou por punir o atacante, mas com cartão amarelo.



Jogadores do Irã pedem expulsão de Cristiano Ronaldo, juiz vai ao VAR, mas dá amarelo

Jogadores do Irã pedem expulsão de Cristiano Ronaldo, juiz vai ao VAR, mas dá amarelo

 

2. Agravamento de punição

 

O árbitro interpreta um lance para cartão amarelo ou sem punição disciplinar. Ao checar as imagens, o VAR entende que a jogada seria para cartão vermelho. Ele deve recomendar a revisão ao árbitro no campo. Neste caso, não há limite de tempo para aplicação da pena – a decisão até poderá ser tomada depois de a bola entrar em jogo novamente.

Exemplo: João Paulo, do Botafogo, quebrou a perna ao ser acertado por Rildo, do Vasco, em clássico pelo Campeonato Carioca deste ano. O árbitro deu cartão amarelo ao jogador vascaíno, que depois foi punido com suspensão pelo tempo que levasse a recuperação de João Paulo – pena depois reduzida. Com o VAR, o árbitro poderia transformar o amarelo em vermelho se entendesse que a infração era mais grave.


Veja o lance em que Rildo acerta a perna de João Paulo

Veja o lance em que Rildo acerta a perna de João Paulo

 

3. Dúvida entre amarelo ou vermelho ao interromper chance de gol

 

O VAR entra em ação para avisar ao árbitro sobre um equívoco de interpretação em uma jogada de "situação clara e manifesta de gol". Se ele interpretou que não era uma chance clara e deu apenas amarelo, pode modificar a cor do cartão. E o contrário também. Segue valendo a verificação do árbitro central à beira do campo.

 

IDENTIDADE EQUIVOCADA

 

Se o árbitro advertir ou expulsar o jogador errado (inclusive da equipe errada), ou se não tiver certeza sobre qual jogador deve ser sancionado, o VAR informará prontamente, sempre que possível, para que o jogador correto seja punido. Aqui está incluso qualquer erro relativo à apresentação de cartões, e o equívoco pode ser corrigido a qualquer momento da partida. Não há necessidade de verificação do árbitro central à beira do campo.

Exemplo: Gabriel, do Corinthians, foi expulso por equívoco do árbitro em clássico com o Palmeiras, em fevereiro do ano passado, pelo Paulistão. Quem cometeu a falta foi outro jogador – Maycon. Com o VAR, o juiz de campo poderia corrigir o erro.



Gabriel é expulso depois de erro da arbitragem

Gabriel é expulso depois de erro da arbitragem

Oportunidades de emprego oferecidas pela SETRAER/SINE (SECRETARIA DE TRABALHO E RENDA DE CATALÃO)

Empregos do Sine Catalão para o dia 01/08/2018

Oportunidades de emprego oferecidas pela SETRAER/SINE (SECRETARIA DE TRABALHO E RENDA DE CATALÃO) 

-Almoxarife, com experiência, CNH “AB”, masculino;
-Cozinheiro, com experiência na CTPS, ambos os sexos;
-Empregada domestica, com experiência, feminino;
-Mecânico de veículos, com experiência na CTPS, masculino;
-Pedreiro de acabamento, com experiência na CTPS, masculino;
-Pizzaiollo, com experiência na CTPS, masculino;
-Servente de obras, para rejuntar piso, com experiência na CTPS, masculino;
-Vendedor de consórcio, com experiência, ambos os sexos;
-Vendedor pracista, com experiência, ambos os sexos, que tenha disponibilidade para fazer viagens.

Obs.: Algumas vagas podem ter sido preenchidas sem aviso prévio. Necessário á apresentação da CTPS, RG e CPF.